O caso que envolve o antigo governador do Banco de Portugal corre o risco de prescrever se dentro de três meses não houver nova sentença, diz o «Jornal de Negócios».

Trata-se de um efeito da anulação pelo Tribunal da Relação da decisão da primeira instância, que condenou Tavares Moreira à inibição por sete anos do exercício de funções de gestão no sector financeiro.

Outros títulos

-Começar de novo: como o fracasso ajuda a chegar ao sucesso;

-Cinco formas de contornar a crise;

-Mais funcionários podem sair do Estado;