Por: Redacção / CP | 2- 8- 2010 10: 51
A ideia partiu da ministra da Educação: e se a escola deixasse de reprovar os alunos com menor aproveitamento?
Sindicatos
e oposição
não ficaram muito contentes, mas o certo é que o debate está lançado.
O jornal i foi então ao baú das reprovações constatar que muitos portugueses famosos acabaram por
chumbar na escola.
O Presidente da República, por exemplo, chumbou no actual sétimo ano de escolaridade. Cavaco Silva
conta, na sua autobiografia, que o pai o obrigou a ir trabalhar a seguir ao «chumbo». Uma «lição», segundo o próprio.
Já
o escritor Vitorino Nemésio reprovou no quinto ano do Liceu de Angra, foi expulso e enviado para a ilha do Faial, onde estudou
para os exames e começou a preparar o romance «Mau Tempo no Canal».
O empresário Belmiro de Azevedo (chumbou na primeira
classe), o psiquiatra Daniel Sampaio e o ex-director da Cinemateca João Bénard da Costa foram outros dos portugueses de sucesso
que chegaram a reprovar na escola.
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