O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, alertou para o que diz ser uma ideologia do Governo «ao serviço do empobrecimento», reclamando uma alternativa de poder que passe pelo PS.

«É necessário que o PS seja poder. E o PS não é só o António José Seguro, não é só o Francisco Assis. Precisamos de todos, de cada um de nós», declarou o socialista em Leiria, num comício do PS para as europeias.

No encontro, que juntou algumas centenas de pessoas, estiveram presentes o secretário-geral do PS, António José Seguro, e o cabeça de lista do partido no sufrágio para o Parlamento Europeu, Francisco Assis.

Carlos Silva chamou a atenção para a plateia, composta não somente de socialistas.

«Há muita gente sindicalista aqui esta noite que não é militante do PS, nem sequer é simpatizante do PS. Mas estão aqui porque acreditam na mudança que nós, o nosso partido, estamos a protagonizar para Portugal», declarou.

Para o líder da central sindical, é precisa «alternativa credível, que respeite o compromisso, que respeite as pessoas, os direitos».

«E essa alternativa reside aqui e em muitas noites deste partido», acrescentou, perante os aplausos da plateia de um lotado auditório em Leiria.

«Temos de ter uma voz assertiva na Europa, que não se submeta, que não esteja de cócoras, que não tenha vergonha de ser portuguesa», acrescentou ainda Carlos Silva.