O tempo é de contagem de espingardas no PS, numa altura em que ainda se aguarda a marcação da reunião entre António José Seguro e António Costa, depois de o presidente da Câmara Municipal de Lisboa ter anunciado a disponibilidade para avançar para a liderança do partido.

Antes da Comissão Nacional do próximo sábado, têm sido várias as figuras do partido a posicionar-se. Depois de Santos Silva, Ferro Rodrigues veio pedir a realização de diretas e de um congresso extraordinário para discutir a liderança.

Alberto Martins, o líder parlamentar do PS, veio defender a legitimidade do atual secretário-geral, enquanto João Soares acusou o autarca de Lisboa de «egocentrismo».

As vozes do lado de Costa

Apoiantes de Seguro tomam posição

Contam-se armas também nas distritais e concelhias, a apontar para a Comissão Nacional, o órgão que pelos estatutos pode marcar congresso extraordinário.

Para tal é preciso o voto de uma maioria qualificada dos membros ou o apoio de 11 comissões políticas federativas que representem a maioria dos militantes.