«A vender como pãezinhos quentes, temos os grandes entendimentos políticos. O patrão do Pingo Doce quer um, o manda-chuva do banco central quer outro, e o dono dos votos do Porto também. Não ocorre a nenhuma das luminárias, por sinal não-eleitas, que o país se encontra no charco em razão de tais consensos viciados.»