Por: Redacção / CP | 7- 1- 2011 20: 4
Uma sondagem da Intercampus para a TVI realizada em Janeiro dá conta que Cavaco Silva perdeu nas intenções de voto
dos portugueses em relação a Dezembro de 2010.
No entanto, o candidato apoiado por PSD, CDS e MEP mantém uma margem
razoável para o seu mais directo adversário, Manuel Alegre. Cavaco tem 60,1 por cento das intenções de voto, contra 25,3 do
candidato apoiado por PS e BE.
Em terceiro encontra-se Francisco Lopes, com 6,3 por cento, seguido do independente
Fernando Nobre, com 4,2 por cento, e Defensor Moura, com 2,5.
Por último, José Manuel Coelho tem 1,6 por cento das
intenções de voto.
Comparando com os resultados do último mês, redistribuindo os votos em branco, Cavaco Silva sofre
uma queda de 6.9 e é o candidato que mais desce, enquanto Alegre sobe 3.7. Francisco Lopes recupera o terceiro lugar, que
tinha perdido no mês passado para Nobre e este mantém a tendência de descida dos últimos meses.
Quem consegue uma
subida é Defensor Moura, enquanto José Manuel Coelhos não aparecia ainda na lista de candidatos de Dezembro.
Esta
projecção foi feita com base numa sondagem onde 31.8 por cento dos inquiridos disse que não ia votar ou não manifestou opinião.
Ficha
técnica
A Sondagem Intercampus para a TVI foi realizada entre os dias 3 a 6 Janeiro de 2011, com o objectivo
de conhecer a intenção de voto da população portuguesa recenseada.
O universo é constituído pela população portuguesa
recenseada, residente em Portugal Continental. Com recolha através de entrevista directa e pessoal, com simulação de voto
em urna, a amostra é constituída por 1002 entrevistas: 52,5% dos entrevistados do sexo Feminino, 47,5% do sexo Masculino,
31,7% dos entrevistados com idades entre os 18 e os 34 anos, 34,6% entre os 35 e os 54 anos e 33,6% dos indivíduos com mais
de 55 anos. Por regiões 18,7% dos entrevistados residem no Norte Litoral, 12,7% no Grande Porto, 15,6% no Interior, 15,6%
no Centro Litoral, 28,7% na Grande Lisboa e 8,8% no Sul.
O erro de amostragem, para um intervalo de confiança de
95%, é de mais ou menos 3,09%. A taxa de resposta obtida foi de 56,1%.
Nos resultados de temas sobre política, e
quando aplicável, é feita uma distribuição proporcional de registo de não respondentes, sem opinião e abstenção, passando
a usar-se a expressão «Projecção».
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