Por: Redacção / FC | 20- 1- 2011 20: 0
A três dias das Presidenciais, Cavaco Silva mantém-se à frente nas intenções de voto, mas a margem para vencer à primeira
volta está cada vez mais reduzida.
Na sondagem da Intercampus para a TVI, Cavaco tem 54,6 por cento das intenções
de voto e desce 5 pontos e meio percentuais desde o último dia 7, enquanto Alegre desce 2,5 pontos para 22,8 por cento. Fernando
Nobre é o candidato que apresenta a maior subida, estando agora nos 9,1. Francisco Lopes atinge os 8,2, enquanto José Manuel
Coelho atinge os 2,7 e Defensor Moura 2,6.
Comparando com os resultados do dia 7 de Janeiro, antes do arranque oficial
da campanha, e redistribuindo os votos em branco, Cavaco Silva continua a garantir a reeleição à primeira volta, mas com uma
margem cada vez mais reduzida. É o candidato que mais desce, 5.5 pontos percentuais.
Também em queda, mas ligeira,
está Manuel Alegre: desce 2,5. O candidato independente, Fernando Nobre, regista a maior subida, quase cinco pontos percentuais,
e recupera o terceiro lugar que antes do arranque da campanha tinha perdido para o candidato comunista. Em ligeira subida
estão também Francisco Lopes, José Manuel Coelho e Defensor Moura.
Esta projecção foi feita com base numa sondagem
onde 23,3 por cento dos inquiridos disse que não ia votar ou não manifestou opinião.
FICHA TÉCNICA SONDAGEM TVI
/ INTERCAMPUS
Sondagem INTERCAMPUS para a TVI, realizada entre os dias 16 a 19 Janeiro de 2011, com o objectivo
de conhecer a intenção de voto da população portuguesa recenseada.
Universo constituído pela população portuguesa
recenseada, residente em Portugal Continental. Com recolha através de entrevista directa e pessoal, com simulação de voto
em urna, a amostra é constituída por 1004 entrevistas: 53,2% dos entrevistados do sexo Feminino, 46.8% do sexo Masculino,
31,3% dos entrevistados com idades entre os 18 e os 34 anos, 34,2% entre os 35 e os 54 anos e 34,6% dos indivíduos com mais
de 55 anos. Por regiões 18,6% dos entrevistados residem no Norte Litoral, 12,6% no Grande Porto, 15,5% no Interior, 15,7%
no Centro Litoral, 28,7% na Grande Lisboa e 8,8% no Sul. O erro de amostragem, para um intervalo de confiança de 95%, é de
mais ou menos 3,09%. A taxa de resposta obtida foi de 56,5%. Nos resultados de temas sobre política, e quando aplicável, é
feita uma distribuição proporcional de registo de não respondentes, sem opinião e abstenção, passando a usar-se a expressão
«Projecção».
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