«As aquisições de equipamento militar estão reguladas na LPM, que é aprovada na Assembleia da República. Cada um dos programas é votado separadamente, o Ministério da Defesa não pode fazer aquisições à margem dessa lei», afirmou o deputado e coordenador do PS para a Defesa Nacional.



«O Governo não o quis inscrever, o parlamento não deve aprovar leis a fingir», acrescentou à Lusa.








Marinha lamenta

Numa declaração à agência Lusa, o porta-voz da Armada salientou que o navio «vem colmatar não só uma lacuna militar antiga, fortemente sentida na crise da evacuação de portugueses de áreas de instabilidade político militar no fim da década de 90, como também garantir uma capacidade autónoma de intervenção, rápida e disponível no país, na proteção civil para os arquipélagos da Madeira e Açores em caso de catástrofes ou calamidades».