acusado de rebelião em Luanda

prisão domiciliária

“Ao longo dos seis meses em regime fechado, não nos foi permitido (pelo menos eu e os seis companheiros que estiveram comigo na prisão Calomboloca) assistir, ler e ouvir órgãos de informação - exceto ler o Jornal de Angola, caixa-de-ressonância do Governo”, acusa Sedrick de Carvalho, que escreve em nome pessoal, apesar de notar que a “gratidão é coletiva”.


“Digo isto para realçar que só em casa, agora em prisão domiciliária, está a ser possível perceber a gigantesca onda de solidariedade proveniente de Portugal, inclusive ao nível político”, refere.