“Não havendo publicamente e assumidamente um acordo de maioria parlamentar, obviamente o líder da força política mais votada devia ser indigitado primeiro-ministro e seguir-se o procedimento normal”

Perante as acusações da esquerda de esta decisão ser “uma perda de tempo”, Sampaio da Nóvia responde que “a democracia tem os seus tempos e as suas regras”. E reforça a ideia:

 

“No contexto político que estamos, é isto que é normal”

Mas o candidato também não tem dúvidas que o Presidente da República terá de “dar posse a um Governo de maioria parlamentar”. 

 

“Se houver acordo entre o Partido Socialista, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda”, Cavaco Silva “não terá outra hipótese"

Na sua opinião, perante três moções de rejeição o cenário “não é um Governo de gestão” mas sim “um governo demitido”. O que seria “criar um caos” e lançar o país “numa situação indesejável”.