"É muito importante que, no mundo inteiro, possamos acolher-nos uns aos outros e tenhamos uma grande abertura em relação a vivermos em conjunto, a podermos estar bem uns com os outros. Somos diferentes, cada um de nós pensa da sua maneira, tem as suas culturas, tem as suas religiões. Mas o mundo é só um, temos de estar em conjunto neste mundo, temos que nos apoiar uns aos outros", explicou o professor.





"É preciso que haja um conhecimento desta situação para que a partir deste conhecimento se possam criar planos de acolhimento e dinâmicas de inclusão destas pessoas. Não há nada que nos dê mais dignidade como seres humanos e como país do que poder ter uma atitude de grande abertura e de grande acolhimento em relação a situações absolutamente dramáticas de crianças e jovens que temos a obrigação de acolher, de tratar bem", defendeu.