«Há medidas que querem dar aos Estados que estão em risco, digamos assim, pela política agressiva que a federação russa tem assumido, a sensação de que a NATO está preparada e vigilante para cumprir a sua missão de defesa», disse, sublinhando que Portugal tem dado o seu contributo nesse sentido e continuará a fazê-lo.


«Portugal tem capacidades em zonas específicas e, portanto, pode dar uma contribuição significativa, e tem dado, como é exemplo o policiamento do Báltico por (caças) F-16», referiu, no que classificou como uma «contribuição importante do ponto de vista preventivo».