«O senhor Putin segue uma política de confrontação e de tentar amedrontar a UE. Mas isso naturalmente suscita alguma inquietação, não tanto porque se acredite que essas ameaças venham a concretizar-se, mas porque isso significa que a política de confrontação da Federação Russa vai continuar.»


«Achamos que deve haver uma estratégia na UE em relação à federação russa, mas isso não se traduz necessariamente na criação de um exército ou de uma política de confrontação, pelo contrário. Pensamos que será útil, se possível, que passado este momento de crispação e se resolvidas algumas questões essenciais, que não sabemos se conseguiremos resolver, teremos uma relação muito mais estável com o senhor Putin. Por enquanto, é difícil que isso aconteça, efetivamente.»