momento exato da entrada em incumprimento

"É impossível, seja a Grécia, seja Portugal, chegar a um saldo orçamental de 3,5% em 2018. Isso seria prolongar austeridade muito para lá daquilo que temos. Não há solução para isto. A solução é a reestruturação das dívidas. Estamos todos a ir contra uma parede"


"Não encontro sinais de loucura em Varoufakis. Encontro sinais de sensatez"




"Em janeiro, havia uma enorme oportunidade. E o governo grego disse coisas sensatas. Todos já percebemos que dívidas não são pagáveis no estado em que estão. Estava em cima da mesa em janeiro e a possibilidade não apenas na Grécia, mas também em Portugal", atirou.




Cofres cheios de dívida


 "Temos os cofres cheios de dívida. O BCE, ao fazer baixar profundamente as taxas de juro, abriu momento de bonança na Europa".


país está "prevenido" para o embatecausar nos mercados


Varinha mágica




"Perguntei-lhe com ar de gozo o que ia fazer se Merkel batesse com a porta, um dia que fosse primeiro-ministro. Com a maior serenidade, disse-me que isto nunca foi tentado, nunca ninguém tentou negociar. E que foi eleito para não tirar a Grécia do euro".