O candidato do PSD a presidente do Governo Regional nas eleições de 29 de março, Miguel Albuquerque, pediu esta sexta-feira uma maioria politica para construir uma «Madeira culta, cosmopolita e desenvolvida».

«Para isto, é fundamental ter uma maioria, não podemos governar com instabilidade se queremos uma Madeira culta, cosmopolita e desenvolvida», disse num jantar/comício na Ponta do Sol que, segundo a organização, teve a participação de cerca de 1.500 pessoas.

O novo líder do PSD reiterou que «para os novos tempos» a Madeira precisa de «um governo que tenha estabilidade, porque sem estabilidade política não há boa governação para o futuro».

O ex-presidente da Câmara Municipal do Funchal entre 1999 e 2013 alertou que, a 29 de março, dia das eleições legislativas regionais antecipadas para a escolha de uma nova legislatura da Assembleia Legislativa e o novo governo regional, «não pode haver escolhas erradas por parte dos madeirenses».

«Nós estamos, aqui, a olhar, não para o passado, mas para o futuro», porque o PSD «tem o melhor programa de governo e o melhor governo».

Nas eleições legislativas de 29 de março, o PSD apresenta um novo líder que se apresenta ao eleitorado madeirense após cerca de 40 anos de governação de Alberto João Jardim.

Foram oficialmente admitidas às eleições legislativas da Madeira de 29 de março onze listas, sendo oito partidos (PSD, CDS, BE, JPP, PNR, MAS, PND e PCTP/MRPP) e três coligações Mudança (PS/PTP/MPT/PAN), CDU (PCP/PEV) e a Plataforma de Cidadãos (PPM/PDA).

As eleições antecipadas de 29 de março na Madeira acontecem na sequência do pedido de exoneração apresentado pelo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, depois de ter sido substituído na liderança do partido maioritário (PSD) por Miguel Albuquerque.