Por: Redacção / MM | 18- 12- 2010 20: 23
O PSD vai à frente nas intenções de voto. A sondagem da Intercampus para a TVI mostra que se as Legislativas fossem hoje,
o PSD ganhava, mas sem maioria absoluta. O partido liderado por Passos Coelho foi o único a subir na sondagem de Dezembro.
O PS, de José Sócrates, caiu, mas menos do que há um mês.
Em 2011, as eleições antecipadas não são cenário excluído.
A instabilidade parlamentar é grande, mas não ficava resolvida se as legislativas fossem hoje. O PSD está isolado em primeiro
lugar, com 41,6 por cento das intenções de voto, mas sem maioria absoluta. O PS tem 30,1 por cento, o Bloco de Esquerda surge
em terceiro lugar, com 10,7 por cento, o PCP com 8,8 e o CDS-PP com 7,7 por cento.
PSD e CDS juntos também não são
suficientes para conseguir uma maioria absoluta à direita. E isto apesar de o partido liderado por Passos Coelho ser o único
a crescer nas intenções de voto: no último mês, o PSD subiu 2,4 pontos. Mesmo depois de viabilizar o Orçamento do Estado socialista.
Em relação ao mês passado, o PS desceu, mas apenas 0,4 pontos. O Bloco de Esquerda é o partido que menos desce, perde só 0,3
pontos. O CDS cai 0,8 e o PCP 0,9 pontos.
A projecção de Novembro da Intercampus para a TVI, foi feita com base numa
sondagem em que 38,2 por cento dos inquiridos não vai votar, ainda não decidiu ou não quis responder.
Ficha técnica:
Sondagem
INTECAMPUS para a TVI, realizada entre os dias 10 e 15 de Dezembro de 2010, com o objectivo de conhecer a opinião da população
portuguesas sobre temas da actualidade.
Universo constituído pela população portuguesa, com mais de 18 anos, residente
em Portugal Continental. Com recolha através de entrevista telefónica, a amostra é constituída por 607 entrevistas: 51,7%
dos entrevistados do sexo Feminino, 48,3% do sexo masculino, 31,5% dos entrevistados com idades entre os 18 e os 34 anos,
33,8% entre os 35 e os 54 anos e 34,8% dos indivíduos com mais de 55 anos. Por regiões, 17,6% dos entrevistados residem no
Norte Litoral, 14,2% no Grande Porto, 19,3% no Interior, 18,0% no centro Litoral, 21,1% na Grande Lisboa e 9,9% no Sul. O
erro de amostragem, para um intervalo de confiança de 95%, é de mais ou menos 3,97%. A taxa de resposta obtida foi de 38,5%.
Nos resultados de temas sobre política, e quando aplicável, é feita uma distribuição proporcional de registo de
não respondentes, sem opinião e abstenção, passando a usar-se a expressão «projecção».
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