"O CDS tem como preocupação defender casa de morada da família, mas em justo equilíbrio com os contribuintes e erário publico. Foi justamente o que fez o anterior Governo", disse o democrata-cristão Álvaro Castelo Branco.








"Não há crescimento económico sem confiança e não há confiança sem segurança e sentido de justiça. Os planos contratuais têm de dar aos cidadãos e às famílias segurança e retirar incerteza, além de garantir que há simetria de informação entre banca e cidadãos", afirmou o socialista.


"A relação entre bancos e pessoas é desigual, porque a parte mais forte dispõe de maior poder negocial, neste caso, os bancos. Os bancos encontram forma de passar exclusivamente para os clientes os riscos associados à sua atividade económica. A banca não pode fazer o que lhe apetece", resumira o comunista Miguel Tiago, ao apresentar o diploma do PCP.