Não vou fazer mais nenhum comentário

"Ouvi hoje vários dirigentes políticos, desde o António Costa ao Jerónimo de Sousa e à Catarina Martins, pronunciarem-se no mesmo sentido. Estou inteiramente de acordo com isso. Concentremo-nos nas legislativas, concentremo-nos no balanço de quatro anos muito difíceis para os portugueses e tentemos encontrar um novo ciclo político em Portugal", sustentou.


"A minha candidatura é independente, lançada há muitos meses, que procura unir, juntar e eu não quero dizer rigorosamente nada que possa, de algum modo, ser entendido como uma fratura, como um elemento de fragmentação", frisou.









"O drama da emigração parece que nos assalta de décadas em décadas e, nos últimos anos, [está] a afetar jovens muito qualificados. É muito importante perceber que não é por aí o caminho de Portugal. O caminho de Portugal não é pela pobreza, não é por enviar os seus melhores para o estrangeiro, não é pelas desigualdades", realçou.