“Quero referir-me a um clima geral que se instalou nas últimas semanas, como se estas fraturas fossem inevitáveis, como se, de repente, tivéssemos voltado a um clima de uma linguagem verbal excessiva, a uma oposição entre os portugueses que não é bem-vinda”, afirmou, no decorrer de uma visita à Associação de Moradores de Vila D’ Este, em Vila Nova de Gaia.


“Se alguma coisa percebemos nestas últimas semanas, meses, é a importância de um Presidente da República independente, imparcial, que possa unir os portugueses. Portugal não pode estar dividido, não pode estar fraturado”, sublinhou.










“Já chamei a atenção, há vários anos, para os ‘portugais’ que estavam a existir dentro de Portugal. O país precisa de muita diversidade, de muita maneira diferente de pensar, mas não precisa de fraturas e destas agressividades”, acrescentou.