“Não me resignarei perante tão profunda e injusta discriminação”, declarou, considerando que essa mesma discriminação “ficará para sempre a envergonhar esta eleição e a reduzir a democracia em Portugal”.


"Estou disponível para nos próximos dias a uma hora em que o Dr. Cândido Ferreira possa para ter um frente-a frente com ele porque acho que é justo que isso aconteça", declarou Marcelo.




"É muito importante a independência das pessoas relativamente às máquinas. [...] Ainda bem que as candidaturas presidenciais não são partidárias. Os partidos não podem ter o monopólio da democracia."


"Se eu tivesse uma máquina não conseguia chegar aqui. Às vezes o grande problema dos partidos é que a máquina prejudica a democracia. Eu não queria ter o apoio de um partido. Quero ser um Presidente da República livre, sem estar hipotecado às máquinas."