"Eu não tenciono pronunciar-me sobre coisas desta natureza, e acho que muito pobre será uma campanha em que as pessoas, em vez de apresentarem o seu programa, pretendem atirar lama para cima dos outros candidatos. Eu não o farei", declarou Maria de Belém aos jornalistas, a meio de uma visita à Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoa Deficiência - Afid, na Amadora.





"Portanto, se alguém tiver alguma coisa a atacar-me, que prove, no sentido da não adequabilidade das minhas funções, da minha não isenção em defesa do serviço público"









"Penso que será um bom princípio relativamente aos candidatos que respeitem o perímetro de intervenção de outros órgãos de soberania", defendeu.