"Bruxelas não deixava, mas nós de uma vez por todas deveríamos começar a deixar de ser subservientes", defendeu. Questionada se Portugal deveria ter desobedecido à União Europeia, respondeu: "Com certeza."





"O Governo que eu apoio disse que teria como solução preferencial essa, só não teve foi um Presidente da República que se associasse e que procurasse fazer esta batalha", sustentou a candidata apoiada pelo BE.





"Este ónus que se estabeleceu e que pesa sobre os contribuintes é um ónus que foi decidido pela União Europeia sobre um país que durante demasiado tempo não defendeu os seus interesses junto da UE", apontou.



"Se o primeiro-ministro António Costa chegasse junto de mim e dissesse: 'olhe, neste momento, não é possível esperar pelo dia 1 de janeiro, em que o regime muda, já não recai sobre os contribuintes e só pode recair sobre os depositantes, e dissesse que isto coloca em causa problemas graves da economia açoriana e madeirense, de emigrantes e o Governo entende que não é possível ir até 1 de janeiro sem resolver, não veria razão para não confiar em António Costa", afirmou.





"Eu mandava suspender o concurso, chamando o governador do Banco de Portugal e a CMVM", afirmou, considerando, ainda, que "a solução que se obteve foi a pior de todas". "Pegar em dois mil milhões de euros dos contribuintes e entregar a um banco não tem qualquer sentido", concluiu.




o problema dos bancos resulta de um fracasso da política portuguesa em prever


"Deveria existir um fundo de resolução para as mercearias e para as oficinas automóveis que vivem na penúria e não para os bancos, porque os bancos emprestam um chapéu de chuva quando está sol mas quando começa a chover pedem-no de volta", sustentou.


esta é a hora de trabalhar no sentido de o controlo público [da banca] ficar garantido

ao António Costa uma auditoria a todos os bancos

O povo que são os peixinhos têm de deixar de ser comida de tubarão. O povo não se importa de emprestar dinheiro aos bancos mas quer saber quando é que vai ter o retorno, se no IRS...

quando não se intervém a tempo, que foi o que aconteceu, todas as soluções sãos más