“Em tudo, procurarei honrar a confiança em mim depositada, dando continuidade ao legado dos mandatos dos Presidentes Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio”, enfatiza, sublinhando que o Presidente da República, ao ocupar uma posição institucional, nacional e suprapartidária, “não deve agir nem contra nem a favor dos governos ou das oposições”.


“Estarei especialmente atento à celebração, no futuro, de compromissos que reduzam os poderes soberanos do nosso país. Não aceitarei que sejam assumidos sem uma ampla discussão pública e, se a relevância do que estiver em causa o exigir, sem a prévia realização de um referendo nacional”