«Nós só alcançamos na vida, com esforço, aquilo que sonhámos e porque nos batemos, se à primeira dificuldade, com medo de perder as eleições, de desagradar seja a quem for, começamos a hesitar, a andar para trás. Então, nesse dia, os portugueses têm razão para pensar que somos todos iguais [os políticos], e desacreditam das suas instituições e desacreditam dos partidos políticos», afirmou.


«Hoje, eu acho que vale a pena dizer, que não somos todos iguais. Temos feito muito por essa diferença, e se hoje podemos olhar para o futuro com mais esperança, isso também se deve ao facto de termos tido uma estratégia de a termos prosseguido com determinação, sabendo aonde queríamos chegar», afirmou.






«Sabemos hoje que somos menos ricos do que pensávamos, mas não perdemos a ambição de ser mais ricos para futuro, o que não queremos é ilusões baratas», acrescentou.








«Temos conseguido, dessa maneira, dar força ao Governo, para fazer o que era preciso e conseguimos, com isso, lançar as bases de uma maior prosperidade para todos no futuro. Precisamos agora que o nosso sistema financeiro esteja à altura das responsabilidades», observou.