“O PCP repudia mais esta atitude típica do capitalismo mais selvagem, que invariavelmente opta pela sua máxima de partilhar os prejuízos e arrecadar os lucros”, revela comunicado hoje enviado pela concelhia do PCP de Gaia e segundo o qual o partido "apresentou no dia 28 de abril perguntas sobre este processo ao Ministro da Economia e ao Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social".


Para o PCP de Gaia “este despedimento coletivo transporta consigo uma tremenda injustiça” uma vez que aquela “empresa multinacional anunciou que em 2014 triplicou os seus lucros face a 2013, atingindo os 127 milhões de euros”, cita a Lusa.