"A saída ou não do procedimento dos défices excessivos, que almejamos, depende do comportamento deste último trimestre, do qual dois meses são ainda da responsabilidade do anterior executivo e apenas o último do atual Governo", defendeu o economista e deputado independente do PS na sua intervenção em plenário.






"Bastará que se cumpra o mesmo resultado alcançado em agosto e setembro passado. Se a velocidade de descida do défice for a mesma, será mais do que suficiente para que se cumpra um défice abaixo de três por cento. Deixem as coisas estar como estão e não estraguem", declarou o ex-secretário de Estado social-democrata, dirigindo-se à bancada socialista.