PSD: Rangel prefere eleições a uma só volta

No entanto, o candidato diz que continuará com «aquela que for a opção do congresso»

Por: tvi24 / CP    |   27 de Fevereiro de 2010 às 18:50
O candidato à liderança do PSD afirmou este sábado que vai «manter-se afastado» da «polémica» sobre a alteração dos estatutos do partido para que haja uma segunda volta para eleições do presidente.

«Vou-me manter afastado dessa polémica, candidatei-me com certas regras, as que existem neste momento», afirmou Paulo Rangel aos jornalistas, depois de ter apresentado a sua candidatura esta tarde na sede do PSD/Matosinhos.

O presidente dos autarcas social-democratas, Manuel Frexes, anunciou pretender propor este sábado, no quinto congresso nacional destes autarcas, uma alteração aos estatutos do PSD para que haja «uma segunda volta para eleição do presidente, se ninguém obtiver que não haja uma maioria à primeira».

Para Paulo Rangel, «é perfeitamente normal» que as regras sejam as actuais, com um só acto de votação.

Lembrou que quando apresentou a sua candidatura foi com as actuais regras, mas mostrou-se disponível para «seguir aquela que for a opção do congresso» sobre a matéria.

«Estou disponível para naturalmente seguir aquela que é a opção do congresso, se for essa», concluiu.
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BES: «Não encostei uma pistola à cabeça de ninguém»

«Fala-se do buraco, do buraco, do buraco no meu mandato... Apresentem-me números». Ano e meio depois de sair, ex-presidente do BESA diz que a carteira de crédito cresceu ainda mais, com outros a liderar o banco. Quanto à garantia do Estado angolano, afirma que caiu por culpa do Banco de Portugal. Já sobre os créditos em si, assume a responsabilidade por tê-los pedido, mas quem autorizou foi o BES: «Não encostei uma pistola à cabeça de ninguém». Há alguma contradição nas suas explicações sobre onde é que, afinal, pára o dinheiro dos polémicos créditos que desapareceram