“O que é que significava sair do euro? É evidente que em termos académicos temos sempre alternativas. Significava desvalorizar radicalmente a moeda. Isso tinha uma consequência imediata: as pensões, os salários ou as poupanças das pessoas caiam vertiginosamente. Perdiam valor. 40 a 50 por cento segundo estudos que se conhecem. De repente uma pessoa tem rendimentos de 50 passava a ter 25”.



“Desde que entramos no euro, o investimento desceu e a dívida subiu. Temos um país amarrado, com uma dependência e fragilidade enorme", afirmou Heloísa Apolónia.


“Dizer que a queda do investimento se deve ao euro, ou que a dívida se deve ao euro… a dívida deve-se à completa irresponsabilidade dos governos socialistas que a passaram de 60 para 110% do PIB em cinco anos”.


"Tem 500 mil pessoas a emigrar no seu país, cantinas sociais cheias, a fome cresceu no país com as políticas deste governo, salários baixos, pensões de misérias, desemprego altíssimo", enumerou a deputada do PEV, lembrando ainda Portas que “neste momento as famílias portuguesas estão a confrontar-se com um mês absolutamente dramático, que é um mês onde as crianças chegam as escolas e as despesas disparam, porque o estado quer aliviar-se das funções sociais que deve cumprir". 

 

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