"Se o CDS não tem feito esta opção pelo 'arco da governabilidade', o nosso sistema de governo correria o risco de se limitar ao PSD e ao PS, o que nos aproximaria do rotativismo oitocentista. A pertença ao 'arco da governabilidade' não é uma renúncia às convicções, é exatamente o oposto: a utilidade das nossas convicções, mediante a circunstância escolhida pelo eleitorado, que é a circunstância do compromisso".


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"Ou seja: ninguém traiu ninguém. Todos podemos, pois, olhar- nos, falar- nos e cumprimentar- nos uns aos outros sem qualquer embaraço ou desconfiança. Continuamos irmãos, embora separados. Que o mesmo é dizer: separados, mas irmãos".














"Creio mesmo que, quando ocorre, há uma certa naturalidade nessa coligação, como a marcante experiência histórica da AD bem ilustrou e confirmou. Em teoria, até poderiam, um dia, fundir-se - e isso mataria a questão da rivalidade".