Por: tvi24 / FC | 15- 12- 2011 22: 54
O ministro dos Negócios Estrangeiros justificou a sobretaxa sobre o subsídio de Natal como uma condição para a «troika»
aceitar a receita extraordinária da transferência dos fundos de pensões da banca.
«Foi necessário recorrer à sobretaxa
sobre o subsidio de Natal deste ano para que o país desse um sinal claro de que pretende emendar as suas contas públicas e
só nessa circunstância é que o triunvirato aceitaram a receita extraordinária dos fundos de pensões», afirmou Paulo Portas
em entrevista à RTP.
«O Governo quando verifica as contas percebe que tem no primeiro semestre deste ano um desvio
bastante significativo, à volta dos três mil milhões de euros. Significava que nós íamos direitinhos contra a parede, nós
enquanto país», disse.
Portas também defendeu o trabalho do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, considerando
que o presidente do conselho nacional do CDS, António Pires de Lima, não foi «razoável» nas críticas que dirigiu ao titular
da pasta da Economia: «É natural que os empresários, os gestores, que façam o seu papel e peçam mais medidas, mais actividade,
mais políticas do ponto de vista da geração de crescimento económico».
Também comentou o que o Presidente da República
disse sobre a falta de equidade fiscal das medidas do Orçamento: «O Presidente da República tem a sua função, o Governo tem
a sua função, não são o mesmo órgão de soberania, e para mim não é novidade esse pensamento, honra seja feita ao Presidente
da República».
Programação - Semana de 25 de Maio a 31 de Maio
O Jardim das NotíciasAs crónicas diárias de Victor Moura-Pinto
Mais Futebolo programa desportivo mais irreverente
25ª Hora - Sexta-feiraHoje com João Pereira Coutinho