«Há uma prioridade muito clara para a intervenção cirúrgica na área oncológica, salientada quando saíram últimos resultados do SIGIC [Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia] e dos tempos médios de espera, depois disso houve uma recuperação destes tempos, que baixaram na área oncológica.»




«Não temos qualquer dúvida de que, infelizmente, vamos ter aumento dos casos oncológicos. Já dizemos há vários anos, por isso estamos a reforçar a área da radioterapia e a área cirúrgica, mas sobretudo temos de olhar para a área da promoção e prevenção.»


«Os hospitais de cancro e os hospitais universitários são excecionalmente bons no tratamento. Temos mais problemas no diagnóstico precoce, porque pessoas não fazem rastreios», salienta o investigador.




«Vamos ter de evoluir para a concentração de especialidades. Não podem ser todos os hospitais a operar o cancro da tiróide, têm de ser os que têm mais casos, que ganharam mais experiência, têm de concentrar os cancros.»