«O que se passa nas urgências não é resultado, de repente, de uma perda de qualificação dos médicos ou dos enfermeiros. É pura e simplesmente o resultado de continuadamente se ter esvaído os recursos hospitalares das urgências. Reduziram-se as escalas, o valor das horas extraordinárias, os vencimentos dos médicos e dos enfermeiros, de toda a gente.».


«Antigamente, um médico e um enfermeiro tinham prazer em fazer uma noite de urgência, porque aprendiam. Hoje é um enorme sacrifício.»




«Mas agora acho que chegou a um ponto em que ele não pode apertar mais a tarraxa, tem de, pelo contrário, desatarraxar as constrições que existem», rematou.