“Nós temos, portanto, de dizer às pessoas quais são as nossas prioridades, o que é que queremos fazer, o resto, não se preocupem, as pessoas sabem com o que contam do PSD. Por isso é que nós não temos pressa de apresentar programas, nem medidas, nem ideias, porque temo-las apresentado consistentemente ao longo destes anos, e as pessoas sabem com o que é que contam da nossa parte”, afirmou Pedro Passos Coelho.


“Sabem que connosco não há um sistema perfeito – ninguém é perfeito, ninguém faz tudo bem -, mas as pessoas sabem que nós identificámos os nosso problemas e não tivemos medo de atacar a causa dos problemas”, declarou, adiantando que ultrapassadas as “emergências”, o PSD quer “resolver alguns problemas estruturais” e “dar confiança ao país”.


"Todos os dias há uma espécie de concurso dos ministros a criticar o programa do PS. [O que era útil] em vez de se concentrarem tanto a criticar o programa do PS, era fazerem a sua primeira missão, que é governar, e apresentar um programa para o futuro do país", sublinhou António Costa.




“Nós não estamos à espera da próxima crise para dizer ‘ai, ai que temos de pôr a casa em ordem’ . A casa em ordem põe-se todos os dias, é assim e é assim que temos de fazer todos”, defendeu, referindo que para atrair investimento para o país é necessário “trabalhar para atrair esses investidores”.


“Nós temos de nos esforçar para responder aos problemas que temos, não podemos construir programas para futuro a pensar apenas no que fica bem e no que uma meia dúzia de supostos iluminados acha que é bom”, salientou ainda.