O primeiro-ministro disse esta segunda-feira esperar que haja «condições de normalidade para realizar os exames dos professores», recordando que o acordo com a UGT procurou contribuir para «pôr termo à contestação».

Pedro Passos Coelho espera que o acordo entre o Governo e aquela central sindical seja um «sinal significativo para toda a comunidade educativa».

Falando hoje aos jornalistas à margem de uma visita a empresas de Felgueiras e Amarante, o chefe do Governo salientou o esforço do ministro da Educação ao estabelecer «um diálogo aberto» com os sindicatos dos professores, «num gesto significativo da vontade do Governo em encontrar soluções que não ponham em causa os princípios que presidiram à criação da prova».

Foi essa postura de abertura que, segundo Passos Coelho, permitiu à UGT «desconvocar a greve que estava marcada e pôr ter à contestação à realização da prova».