O antigo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, votou este domingo em Massamá, desejando que esta “eleição seja muito participada”.

O líder do PSD, ressalvando que não é analista político, acredita que, quando tratando-se da eleição de um novo Presidente, que a abstenção seja menor.

"Espero que seja um dia em que os portugueses participem de forma intensa [na votação]. A eleição do chefe de Estado é um ato cheio de relevância política e portanto deve merecer mobilização das pessoas", disse o líder do PSD e antigo primeiro-ministro depois de votar na Escola Secundária Stuart Carvalhais, em Massamá, cerca das 10:30.


Pedro Passos Coelho foi votar, como de costume, acompanhado pela esposa, e chamou também a atenção para o mandato que se avizinha para o futuro Presidente da República: o papel do futuro chefe de Estado, advogou, sairá reforçado na "autoridade política" se houver menor abstenção e "uma participação mais elevada dos portugueses" no sufrágio de hoje por comparação com o de 2011.

Questionado sobre a possibilidade ou não de estas eleições ficarem resolvidas à primeira volta, o presidente do PSD preferiu "não antecipar nada nesse particular", sublinhando que tal "depende de muitos fatores".

"Insisto, o importante, com segunda volta ou sem ela, é que os portugueses se mobilizem para fazerem uma escolha consciente", vincou.


Nas últimas eleições, que levaram em 2011 à reeleição de Cavaco Silva como Presidente, a abstenção também subiu para valores recorde, situando-se nos 53,56%.


Para participação nas redes sociais a hashtag a usar é #presidenciaistvi24 
 

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