“Nós temos do ponto de vista da programação do IGCP previsto usar uma parte daquilo que seria o empréstimo que fizemos ao fundo de resolução para poder amortizar ainda mais empréstimos antecipadamente ao FMI até ao final do ano. Uma vez que não dentro do prazo que o Banco de Portugal tinha previsto, o IGCP terá agora de adaptar a gestão da sua tesouraria a essa circunstância, portanto não há ainda uma decisão tomada sobre que tipo de amortizações antecipadas poderão ou não vir a ser feitas até final do ano".

"Não há uma decisão tomada sobre isso".

"Não iremos perder essa tranquilidade apenas para fazer pagamentos antecipados", reiterou.