Os cabeças-de-lista pelo distrito de Braga, um dos PSD, o outro do CDS, estão alinhados no discurso. A coligação “ainda não ganhou as eleições”, mas a “maioria vai acontecer”, diz Telmo Correia, no centro de exposições, no comício deste domingo à noite. 

Até lá é preciso “vencer o grande adversário que é a abstenção”, sublinha o social-democrata Jorge Moreira da Silva, que fala a seguir.

Antes Telmo Correia tinha afirmado que “aqui no Minho não há festa sem foguetes, mas não deitemos foguetes antes da festa”. 

Até porque falta combater a “abstenção”, o grande inimigo da coligação Portugal à Frente que procura uma maioria

E “a maioria vai acontecer” e “Portugal vai ganhar”, palavra de democrata-cristão, que aponta Passos e Portas como “os dois homens que aguentaram o barco quando a tempestade foi séria”. E agora, sublinha, “vão ter a vitória que merecem”.

Para Jorge Moreira da Silva, que fala antes de subir ao palco o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, a coligação “ainda não ganhou as eleições”, mas já venceu “ a campanha eleitoral, a melhor de sempre: feita com esperança, não com pessimismo, a pensar nas próximas gerações e não nas próximas eleições”. 

Frases que se tornam em soundbytes em intervenções mais apressadas: afinal, amanhã a campanha desce até ao centro e é preciso concluir o comício mais cedo do que é costume para ainda fazer a viagem. “Não deitemos foguetes antes da festa”