“O resultado pode estar a aproximar-se, mas não está garantido...”, disse este domingo, em Braga, o líder do CDS-PP, e candidato pela coligação Portugal à Frente. Portas sabe que “as pessoas ainda estão a tomar decisões”. Mas o que o vice-primeiro-ministro quer é que as pessoas decidam, para que não sejam “outros a resolver o destino de Portugal”.

O próximo primeiro-ministro, diz Portas, será Passos Coelho. “Mas para ser é preciso ir votar e lembrar a todos para que vão votar” no próximo dia 4 de outubro.

“As sondagens não votam”, repete, elegendo novo inimigo nesta campanha eleitoral. A temida “abstenção”, sobre o eleitorado do centro – que o Governo alienou nos últimos quatro anos, com duras medidas de austeridade – e a quem Portas e Passos volta a estender a mão.

“A classe média portuguesa está a fazer a sua reflexão e a inclinar-se a favor da coligação", mas é preciso garantir "que todos iremos votar: bastar irmos todos e ganharemos".