No primeiro dia oficial de campanha, o discurso fica mais afiado, mas os temas são os mesmos: entre o orçamento do Estado num cenário de maioria relativa e a Segurança Social, Passos Coelho volta a pôr o dia na ferida - as hesitações de António Costa no debate sobre quais são as prestações sociais que permitirão poupar 1020 milhões de euros, em quatro anos, não serão esquecidas pela coligação.

Numa tena de casamentos, em Mafra, o líder social-democrata acusou o PS de ter "vergonha" de dizer o que vai fazer nas prestações sociais. "Nunca virámos a cara quando tivemos de dar mas notícias, nunca tivemos vergonha, nem quando as eleições estiveram à porta".

Mas António Costa - garante o candidato do PAF - "esconde-se atrás do que disse" e "não quer dizer quais seriam as pensões em que querem cortar o teto".