Marcelo Rebelo de Sousa considera que o guião da reforma do Estado deveria ser um documento curto e muito direto. Na semana em que os portugueses deverão ficar a conhecer o «testamento político» do Governo, ao fim de vários meses de atraso e sucessivos adiamentos, o comentador sublinhou no «Jornal das 8» da TVI que o documento deve definir de forma sucinta uma «escolha» do Executivo.

«Um guião bem feito, é um guião curtinho (não é um guião infindável), que diga o que é que na opinião do Governo, no futuro, uma reforma do Estado deve pôr o Estado a fazer. O que é que o Estado deve fazer e o que é que não deve fazer? Façam essa escolha. Depois o resto é consequência disso», afirmou.