Constança Cunha e Sá, no seu comentário de segunda-feira, fez a sua «avaliação» à 11ª avaliação da troika sobre o programa de ajustamento português.

«O governo tem seguido à risca a cartilha do FMI», disse a comentadora que, fazendo a comparação com a 10ª avaliação, «temos mais do mesmo».

«Depois de dizer que os cortes foram feitos, mas os resultados não aparecem, o que o FMI defende é que haja mais reformas estruturais em 2015», que assentam na «flexibilização do despedimento» e na «redução dos salários».

«O FMI defende uma economia de salários baixos» e contesta que «não houve cortes suficientes nos salários no setor privado», de forma a tornar as empresas «mais competitivas», esclareceu a comentadora.

No entanto, Constança Cunha e Sá chama a atenção de que «o FMI não garante a diminuição do desemprego».

«É com crescimento económico que se diminui o desemprego, não é com salários cada vez mais baixos», conclui a comentadora.

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