Manuela Ferreira Leite sublinhou que Orçamento do Estado para 2014 tem uma dotação provisional prevista «superior a 533 milhões euros», pelo que não seriam necessários novos cortes após o chumbo do Tribunal Constitucional.

«Esta é uma verba de reserva para o ministério das Finanças e está inscrita no Orçamento. Este fundo de maneio tinha sempre mais ou menos os mesmos valores, mas este ano tem um volume muitíssimo superior àquilo que se perdeu por o TC não deixar passar o corte nas pensões», afirmou, na TVI24.

Para a ex-líder do PSD, que lembrou que, quando foi ministra, essa verba era no máximo de 150 milhões, estes 533 milhões poderiam «pagar o buraco que se abriu», embora não tenha sido essa a opção do Governo.

«Em vez de se ir buscar ali, foi-se buscar novamente às pessoas. É necessário explicitar para que pode ser aquele dinheiro. Nãon havia necessidade de um plano B», concluiu.