Constança Cunha e Sá considera contraditório que o governo diga que a carta de intenções, a entregar ao FMI, não tenha «nada de novo», quando admite que a mesma «ainda não está feita».

No comentário habitual na TVI24, Constança considerou que uma vez que a carta não vai apresentar nada de novo, então é do interesse do governo divulga-la antes das eleições europeias, para que não se gere desconfiança depois das «surpresas» do DEO.

«O governo tem todo o interesse em divulgar a carta [de intenções] antes das eleições, porque (¿) tendo em conta o historial do governo, e este exemplo recente (DEO), é natural que as pessoas fiquem desconfiadas em relação aos compromissos que o governo tomou com o FMI, mas também com a própria troika».