Marcelo Rebelo de Sousa disse, este domingo, que a saída limpa de Portugal, do programa de assistência financeira, aconteceu por mérito do Governo, mas que o Primeiro-ministro não pode colocar de lado a ideia de que que há desempregados, pensionistas e funcionários públicos com salários cortados, ou que os impostos estão em valores astronómicos.

No comentário de domingo no «Jornal das 8» da TVI, Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou que Pedro Passos Coelho não pode esquecer-se que, depois de 17 de maio, dia em que termina o programa de ajuda externa, «os portugueses não vão ficar altos, loiros finlandeses, nem ricos como os alemães».