O governante português diz mesmo que a eleição angolana é «não só merecida, como um grande sinal para o futuro», revestindo-se de especial importância para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Durante a cerimónia de hoje, o chefe da Diplomacia angolana recordou que o país começou a trabalhar para esta eleição «há dois anos», o que resultou uma votação «jamais vista» naquele órgão. «Vai exigir mais do papel de Angola, porque vamos ter muitas vezes de defender ou ajudar pessoas que esperam algo de nós. O nosso papel, no Conselho de Segurança, vai ser um pouco isso. Temos uma agenda africana, mas também com os outros problemas que o mundo globalmente vive», rematou Chikoti.