O primeiro candidato do CDS-PP da Aliança Portugal, Nuno Melo, exigiu que o secretário-geral do PS, António José Seguro, esclareça quanto custam as «40 medidas que aumentam despesa e 40 medidas que diminuem receita» que propôs.

«Não basta apresentar 40 medidas que aumentam despesa e 40 medidas que diminuem receita, é preciso dizer quanto é que isso custa a Portugal, quanto é que isso custa ao país, quanto é que isso custa a cada um de nós», afirmou Nuno Melo.

Num jantar da coligação PSD/CDS-PP, em Coimbra, o primeiro candidato centrista disse que Seguro «tem que dizer até dia 25 de maio, não pode deixar para depois».

Na sua intervenção, Melo referiu-se ao facto do candidato do Partido Popular Europeu (PPE) à presidência da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, ter afirmado que Cristovão Colombo era português, mencionando que há historiadores, e citou Veríssimo Serrão, que defendem essa tese.

Contudo, o eurodeputado centrista preferiu escolher outro navegador, indubitavelmente português, Bartolomeu Dias, para ilustrar a metáfora de que a Aliança Portugal vai «dobrar o Cabo das Tormentas e transformá-lo em Cabo da Boa Esperança».