«Não sabia que uma das empresas contratadas pela associação mutualista para lá prestar serviços era da minha filha e, além disso, posso garantir que o meu carro foi assaltado e um dos meus iPhone roubado», disse perante um coletivo de juízes.








«Não conhecia nenhuma das empresas a concurso, nem os seus membros, nunca tive essa preocupação, erradamente», afiançou.


«As minhas filhas não sabiam que eu era presidente da mutualista. Nós nunca conversámos sobre as minhas atividades políticas ou institucionais, sempre houve uma separação entre assuntos pessoais e profissionais, tal como ainda hoje acontece», realçou.




«Inicialmente, achei que o iPhone que me tinha sido roubado era o da associação e não o meu porque eram iguais. Por isso, a sua substituição foi um processo normal», afiançou.