“A Madeira precisa de entrar urgentemente num novo surto de recuperação económica”, disse o governante madeirense no início do debate da discussão do programa do novo executivo insular do PSD que saiu das eleições legislativas antecipadas que se realizaram a 29 de março.




“Connosco não haverá impasses nem mal entendidos”, assegurou.








“Mas não vale a pena prometer milagres. Nem acreditar em demagogias”, declarou, preconizando ser necessária na Madeira “uma nova política centrada num novo quadro de crescimento económico, no progressivo desagravamento fiscal, na captação de investimento externo, na recuperação do emprego, na subida do rendimento disponível das famílias, no apoio aos cidadãos mais fragilizados,através de políticas de inclusão mais efetivas”.




“Não apontamos um caminho de facilidades”, salientou o líder regional, referindo que o programa do governo da região aponta “um conjunto de objetivos realistas, interligados entre si, capazes de assegurar à Madeira um caminho de crescimento económico e coesão social de acordo com as aspirações” dos madeirenses.