“Este país suspira pela mudança, este país está farto do PS e PSD, como no final do século XIX o povo português estava farto do Partido Regenerador e do Partido Progressista”, afirmou aos jornalistas, enquanto almoçava num centro comercial do Porto, distrito onde centrou hoje a sua ação de campanha.


Questionado sobre as sondagens, o líder do PDR referiu que são “uma tentativa de fraude”, porque as reduzem ao “embuste” do PS e PSD, que estão no Governo há 40 anos alternando-se um ao outro, mas quando chegam as eleições usam-nas para um “passar culpas doentio, ridículo, mórbido e apalhaçado”.




“Em 2011, a Europa tinha um programa de apoio igual ao de Espanha, que aceitou, livrando-se do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas em Portugal o PSD, CDS-PP, BE e CDU recusaram o programa e veio a `troika´ e, com ela, os funcionários públicos e os reformados perderam o subsídio de férias, o IRS aumentou, tal como o IVA na restauração e energia”, disse.




“Não faço como a Catarina Martins, que foge da sua terra, onde é conhecida, para se vir candidatar pelo Porto onde não é conhecida, e não sou como o meu amigo Ricardo Sá Fernandes, que é de Lisboa e vem encabeçar lista no Porto”, sustentou.