"Este Governo do PS e da esquerda, que não estrague aquilo que foi feito pelo Governo que o antecedeu", afirmou o dirigente social-democrata, referindo-se à situação global em que o Governo anterior (PSD/CDS-PP) deixou Portugal.





"Se o país tiver uma aflição, tem mais de sete mil milhões de euros de reservas, que é uma almofada financeira para a gestão da dívida pública. Bem diferente da situação em que nós recebemos o país, que não tínhamos almofada para rigorosamente nada, pousávamos a cabeça na pedra dura das dívidas que nos tinham deixado e de um país à beira da bancarrota"







"Foram muitos dias de angústia, muitos dias de dor de cabeça, muitos dias de incerteza, para construirmos um país que encontrámos agora em 2015 numa situação completamente distinta daquela que tínhamos em 2011"



"Esses dois Governos fingem estarem entendidos sobre aquilo que é essencial, mas o Governo dos Ministérios que é presidido e que é chefiado pelo doutor António Costa, não é o mesmo Governo da Assembleia da República que é liderado pela doutora Catarina Martins"



Vítimas da "artimanha" do PS


"Nós fomos tão vítimas como os portugueses de uma artimanha montada nas costas dos portugueses para conquistar o poder não pelo voto, mas por arranjos políticos ou administrativos dentro do parlamento. E isto tem que ficar claro para todos os portugueses que nos depositaram a sua confiança", afirmou Marco António Costa.






"Nós serviremos os portugueses onde tivermos que os servir: no poder ou na oposição. Contrariamente a muitos outros partidos que quando estão na oposição se recusam em colaborar com o país e em ajudar o país a resolver os seus problemas", assegurou.